COMPORTAMENTO
Por: Luis Carlos Assis Iasbeck
O Mural da História
Depois de Moro, o muro da impossibilidade do diálogo, do impasse fundamentalista da incomunicação.
Não é mais possível mesclar, imbricar, hibridizar. Não há tolerância nem humildade.
E os frágeis muros da Esplanada entram para a história como metáfora da frustração política do acordo, metáfora da frustração ética da democracia, metáfora da frustração moral da convivência com as diferenças.
E com um detalhe bem significativo: estamos sendo aprisionados por aqueles que aprisionamos: esses muros foram erguidos por presidiários, aqueles para quem o muro é o preço social da sanção moral.
Depois de Moro, o muro da impossibilidade do diálogo, do impasse fundamentalista da incomunicação.
Não é mais possível mesclar, imbricar, hibridizar. Não há tolerância nem humildade.
E os frágeis muros da Esplanada entram para a história como metáfora da frustração política do acordo, metáfora da frustração ética da democracia, metáfora da frustração moral da convivência com as diferenças.
E com um detalhe bem significativo: estamos sendo aprisionados por aqueles que aprisionamos: esses muros foram erguidos por presidiários, aqueles para quem o muro é o preço social da sanção moral.