Lançamento:: Fragmentos de um “diário”: algumas considerações sobre a correspondência pessoal de Helder Pessoa Câmara (1944-4952)

12-09-2010 21:31

 

Fragmentos de um “diário”: algumas considerações sobre a correspondência pessoal de Helder Pessoa Câmara (1944-4952)

 

 

A historiadora paraibana Jordana Gonçalves Leão, natural da cidade Serra Branca, lança seu primeiro livro na próxima sexta-feira 24.09.2010 Livraria Saraiva do Shopping Recife às 19h. Graduada em história pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE (2003) e mestre pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE (2010), desde 2002 tem como objeto de estudo a vida e obra do padre cearense Helder Pessoa Câmara, o Dom Helder, tornando-se especialista nas correspondências pessoais no período de 1940 a 1950.

O Conteúdo do livro é baseado na sua dissertação de mestrado em História Social da Cultura Regional (2010), orientada pela Professora Doutora Giselda Britto Silva. Fragmentos de um ‘diário’: a correspondência pessoal de Helder Pessoa Câmara (1944-1952).

 

Notas da contra-capa:

 

 “Nos arquivos privados pessoais, os titulares tornam-se ao mesmo tempo objetos e sujeitos de uma escrita de si do outro, convertendo-se em autores de um registro sobre sua própria história. A correspondência de Helder Camara para Virgínia Côrtes muito nos diz sobre seu autor. Nas cartas, o missivista constrói-se, mostra-se e expõe-se, vai traçando nessas páginas as trajetórias que desenham palavras, frases e, por fim, constituem uma vida. Páginas em branco que, segundo Michel de Certeau, “constitui um lugar de produção do sujeito, o campo de um fazer próprio”. Uma oportunidade de (re) escrever a si mesmo.”.

 

“ ‘Os acasos só favorecem os espíritos preparados’ diz a máxima. Encontrar o conjunto de cartas, ao final de uma tumultuada jornada fala muito sobre as boas qualidades da investigadora que não se deixou abalar pela inclemência da tarefa, recompensada no final pela oportunidade que acompanha os determinados. Ousou e conseguiu um excelente resultado.

Boa leitura, prosa solta, leve e convincente, conduz o leitor em um progressivo que evolui em direção a uma imagem complexa da auto-construção de Dom Helder.”

(Marcos Galindo)

 

Tati Gomes, para o Armazém 15